Descontração
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Re: Descontração
HEHEHEHE
Essas duas foram muito boas... ficaria preocupado se depois delas viesse aquela mensagem: "Qualquer semelhança com fatos ou pessoas conhecidas é mera coincidência".
Essas duas foram muito boas... ficaria preocupado se depois delas viesse aquela mensagem: "Qualquer semelhança com fatos ou pessoas conhecidas é mera coincidência".
Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei...
Eu nada sei...
Almir Sater
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei...
Eu nada sei...
Almir Sater
Re: Descontração
ahhahahahah caraca, quando eu li esse texto do padre a primeira vez ri tanto.
Hoje foi a mesma coisa! ahahahhahahahahah
Muito bem elaborado, se fosse verdade esse padre mereceria menção honrosa e um troféu do show do tom

Hoje foi a mesma coisa! ahahahhahahahahah
Muito bem elaborado, se fosse verdade esse padre mereceria menção honrosa e um troféu do show do tom
Re: Descontração
FÁBULA DE UM EXECUTIVO
Esta é a fábula de um alto executivo que,
estressado, foi ao psiquiatra e relatou ao
médico o seu caso.
O psiquiatra, experiente, logo diagnosticou:
O Sr. precisa se afastar por duas semanas
da sua atividade profissional. O
conveniente é que vá para o interior, se
isole do dia-a-dia e busque algumas
atividades que o relaxem.
Então o nosso executivo procurou seguir as
orientações... Munido de vários livros, CDs
e laptop, mas sem o celular, partiu para a
fazenda de um amigo.
Passados os dois primeiros dias, o nosso
executivo já havia lido dois livros e ouvido
quase todos os CDs.
Continuava inquieto. Pensou então que
alguma atividade física seria um bom
antídoto para a ansiedade que ainda
odominava. Chamou o administrador da
fazenda e pediu para fazer algo.
O administrador ficou pensativo e viu uma
montanha de esterco que havia acabado de
chegar. Disse ao nosso executivo: O Sr.
pode ir espalhando aquele esterco em toda
aquela área que será preparada para o
cultivo.
O administrador pensou consigo: 'Ele
deverá gastar uma semana com essa
tarefa'.
Ledo engano. No dia seguinte o nosso
executivo já tinha distribuído o esterco por
toda a área.
O administrador então lhe deu a seguinte
tarefa, abater 500 galinhas cortando as
cabeças com uma faca. Essa foi fácil em
menos de 3 horas já estavam todas prontas
para serem depenadas e pediu logo uma
nova tarefa. O administrador então lhe
disse:
Estamos iniciando a colheita de laranjas. O
Sr. vá ao laranjal levando três cestos para
distribuir as laranjas portamanho.
Pequenas, médias e grandes.
No fim daquele primeiro dia o nosso
executivo não retornou. Preocupado, o
administrador se dirigiu ao laranjal.
Viu o nosso executivo com uma laranja na
mão, os cestos totalmente vazios, falando
sozinho:
- Esta é grande. Não, é média. Ou será
pequena??? - Esta é pequena. Não, é
grande. Ou será média??? - Esta é média.
Não, é pequena. Ou será grande???
Moral da história:
Espalhar merda e cortar cabeças é fácil. O
difícil é tomar decisões.
Esta é a fábula de um alto executivo que,
estressado, foi ao psiquiatra e relatou ao
médico o seu caso.
O psiquiatra, experiente, logo diagnosticou:
O Sr. precisa se afastar por duas semanas
da sua atividade profissional. O
conveniente é que vá para o interior, se
isole do dia-a-dia e busque algumas
atividades que o relaxem.
Então o nosso executivo procurou seguir as
orientações... Munido de vários livros, CDs
e laptop, mas sem o celular, partiu para a
fazenda de um amigo.
Passados os dois primeiros dias, o nosso
executivo já havia lido dois livros e ouvido
quase todos os CDs.
Continuava inquieto. Pensou então que
alguma atividade física seria um bom
antídoto para a ansiedade que ainda
odominava. Chamou o administrador da
fazenda e pediu para fazer algo.
O administrador ficou pensativo e viu uma
montanha de esterco que havia acabado de
chegar. Disse ao nosso executivo: O Sr.
pode ir espalhando aquele esterco em toda
aquela área que será preparada para o
cultivo.
O administrador pensou consigo: 'Ele
deverá gastar uma semana com essa
tarefa'.
Ledo engano. No dia seguinte o nosso
executivo já tinha distribuído o esterco por
toda a área.
O administrador então lhe deu a seguinte
tarefa, abater 500 galinhas cortando as
cabeças com uma faca. Essa foi fácil em
menos de 3 horas já estavam todas prontas
para serem depenadas e pediu logo uma
nova tarefa. O administrador então lhe
disse:
Estamos iniciando a colheita de laranjas. O
Sr. vá ao laranjal levando três cestos para
distribuir as laranjas portamanho.
Pequenas, médias e grandes.
No fim daquele primeiro dia o nosso
executivo não retornou. Preocupado, o
administrador se dirigiu ao laranjal.
Viu o nosso executivo com uma laranja na
mão, os cestos totalmente vazios, falando
sozinho:
- Esta é grande. Não, é média. Ou será
pequena??? - Esta é pequena. Não, é
grande. Ou será média??? - Esta é média.
Não, é pequena. Ou será grande???
Moral da história:
Espalhar merda e cortar cabeças é fácil. O
difícil é tomar decisões.
Speed 150 Amarela - A Cabrita
"Só na esquivaaaaaa!"
"Só na esquivaaaaaa!"
Re: Descontração
ALGUNS MOTIVOS PRA RIR...
1. NO GINECOLOGISTA
A mãe, desesperada, pergunta pro médico:
- O que houve com ela, doutor?
- Sua filha está com o clitóris igual a uma tampinha de caneta BIC!
- Azul doutor?
- Não, todo mordido.
2. NA CLÍNICA PARA DEFICIENTES
Na hora do almoço, um interno ia passando pelo refeitório, quando o cozinheiro lhe pergunta:
- Quer uma torta, amigo?
- Agora não, obrigado! Acabei de comer uma ceguinha!
3. NO CELEIRO
Diz a ovelha para o carneiro:
- Tens tão pouca lã...
- Sim, mas viemos para aqui trepar ou fazer tricô ???
4. NO UROLOGISTA
Uma mulher, toda boazuda, vai ao consultório médico:
- Doutor queria que fizesse algo pelo meu marido... Algo que o fizesse ficar como um touro!
- Pois bem, dispa-se. Vamos começar agora mesmo pelos chifres...
5. NA BALADA (novo xaveco)
Um cara chega para uma mulher e diz:
- Tá afim de uma transa mágica?
A mulher pergunta:
- Como é uma transa mágica?
Ele diz:
- Muito simples, a gente transa e depois você desaparece.
6. NA FESTA
O menininho pergunta pra mãe:
- Mamãe! Por que você é branca, papai é negro e eu sou japinha.
-Ah, meu filho! Se você soubesse a festa que houve naquele dia... você
tem sorte por não latir.
7. NO PLANTÃO MÉDICO
O sujeito vai ao hospital, caindo de bêbado. Durante a consulta, vêm
as perguntas de praxe:
- Nome?
- Juvenal dos Santos!
- Idade?
- 32 anos.
- O senhor bebe?
- Vou aceitar um gole, mas só pra te acompanhar!
8. NA BOLSA
A mãe americana encontra uma lata de cerveja na bolsa da filha e
pergunta para si mesma:
- Será que minha filha está bebendo?
A mãe italiana encontra um maço de cigarros na bolsa da filha e se
questiona:
- Será que minha filha está fumando?
E, como não poderia faltar, a mãe portuguesa encontra uma camisinha na
bolsa da filha, e se pergunta:
- Meu Deus! Será que minha filha tem pinto???!!!
9. NO LAR PARA IDOSOS
Dois velhinhos conversando:
- Você prefere sexo ou Natal?
- Sexo, claro! Natal tem todo ano, enjoa.
10. NO FIM
No consultório, fim de tarde, o médico dá a péssima notícia:
- A senhora tem seis horas de vida.
Desesperada, a mulher corre para casa e conta tudo para o marido. Os
dois resolvem gastar o tempo que resta da vida dela fazendo sexo.
Fazem uma vez, ela pede para repetirem. Fazem de novo, ela pede mais.
Depois da terceira vez, ela quer de novo.
E o marido:
- Ah, não, chega! Eu tenho que acordar cedo amanhã... você não!
11. NO GERIATRA
O médico atende um velhinho milionário que tinha começado a usar um
revolucionário aparelho de audição:
- E aí, seu Almeida, está gostando do aparelho?
- É muito bom.
- Sua família gostou?
- Ainda não contei para ninguém, mas já mudei meu testamento três vezes.
1. NO GINECOLOGISTA
A mãe, desesperada, pergunta pro médico:
- O que houve com ela, doutor?
- Sua filha está com o clitóris igual a uma tampinha de caneta BIC!
- Azul doutor?
- Não, todo mordido.
2. NA CLÍNICA PARA DEFICIENTES
Na hora do almoço, um interno ia passando pelo refeitório, quando o cozinheiro lhe pergunta:
- Quer uma torta, amigo?
- Agora não, obrigado! Acabei de comer uma ceguinha!
3. NO CELEIRO
Diz a ovelha para o carneiro:
- Tens tão pouca lã...
- Sim, mas viemos para aqui trepar ou fazer tricô ???
4. NO UROLOGISTA
Uma mulher, toda boazuda, vai ao consultório médico:
- Doutor queria que fizesse algo pelo meu marido... Algo que o fizesse ficar como um touro!
- Pois bem, dispa-se. Vamos começar agora mesmo pelos chifres...
5. NA BALADA (novo xaveco)
Um cara chega para uma mulher e diz:
- Tá afim de uma transa mágica?
A mulher pergunta:
- Como é uma transa mágica?
Ele diz:
- Muito simples, a gente transa e depois você desaparece.
6. NA FESTA
O menininho pergunta pra mãe:
- Mamãe! Por que você é branca, papai é negro e eu sou japinha.
-Ah, meu filho! Se você soubesse a festa que houve naquele dia... você
tem sorte por não latir.
7. NO PLANTÃO MÉDICO
O sujeito vai ao hospital, caindo de bêbado. Durante a consulta, vêm
as perguntas de praxe:
- Nome?
- Juvenal dos Santos!
- Idade?
- 32 anos.
- O senhor bebe?
- Vou aceitar um gole, mas só pra te acompanhar!
8. NA BOLSA
A mãe americana encontra uma lata de cerveja na bolsa da filha e
pergunta para si mesma:
- Será que minha filha está bebendo?
A mãe italiana encontra um maço de cigarros na bolsa da filha e se
questiona:
- Será que minha filha está fumando?
E, como não poderia faltar, a mãe portuguesa encontra uma camisinha na
bolsa da filha, e se pergunta:
- Meu Deus! Será que minha filha tem pinto???!!!
9. NO LAR PARA IDOSOS
Dois velhinhos conversando:
- Você prefere sexo ou Natal?
- Sexo, claro! Natal tem todo ano, enjoa.
10. NO FIM
No consultório, fim de tarde, o médico dá a péssima notícia:
- A senhora tem seis horas de vida.
Desesperada, a mulher corre para casa e conta tudo para o marido. Os
dois resolvem gastar o tempo que resta da vida dela fazendo sexo.
Fazem uma vez, ela pede para repetirem. Fazem de novo, ela pede mais.
Depois da terceira vez, ela quer de novo.
E o marido:
- Ah, não, chega! Eu tenho que acordar cedo amanhã... você não!
11. NO GERIATRA
O médico atende um velhinho milionário que tinha começado a usar um
revolucionário aparelho de audição:
- E aí, seu Almeida, está gostando do aparelho?
- É muito bom.
- Sua família gostou?
- Ainda não contei para ninguém, mas já mudei meu testamento três vezes.
Speed 150 Amarela - A Cabrita
"Só na esquivaaaaaa!"
"Só na esquivaaaaaa!"
Re: Descontração
Luiz Fuinha, parou o caminhão na frente da loja do turco Ayub e fala pra este:
'Seu Ayub, tem aqui um caminhão de arroz sem nota, o preço é metade, o siô aceita?'
'Claro que Ayub aceita' e vira-se para o filho 'Caledinho, vai na esquina e se abarecer fiscal vem correndo pra visá Bábai'
Começam a descarga e, no meio, aparece Caledinho:
'Bábai!... Fiscal vem vindo!'
'Bára tudo e volta carregar' grita Ayub.
Chega o fiscal: 'Venda grande não é seu Ayub?'
'Ôh ôh, melhó venda de ano que Ayub feis...'
'E isso aí tem nota?'
'Ainda num tem nota borquê Ayub está esberando carregar bra ver quanto mercadoria cabe na caminhón... daí, Ayub tira nota'
'Não pode! A nota fiscal tem de ser emitida antes de carregar'
'Ah!... Antão bára tudo, que Ayub non qué broblema com receita!... Volta descarregar tudo caminhón e guardar lá dentro do loja!'
'Seu Ayub, tem aqui um caminhão de arroz sem nota, o preço é metade, o siô aceita?'
'Claro que Ayub aceita' e vira-se para o filho 'Caledinho, vai na esquina e se abarecer fiscal vem correndo pra visá Bábai'
Começam a descarga e, no meio, aparece Caledinho:
'Bábai!... Fiscal vem vindo!'
'Bára tudo e volta carregar' grita Ayub.
Chega o fiscal: 'Venda grande não é seu Ayub?'
'Ôh ôh, melhó venda de ano que Ayub feis...'
'E isso aí tem nota?'
'Ainda num tem nota borquê Ayub está esberando carregar bra ver quanto mercadoria cabe na caminhón... daí, Ayub tira nota'
'Não pode! A nota fiscal tem de ser emitida antes de carregar'
'Ah!... Antão bára tudo, que Ayub non qué broblema com receita!... Volta descarregar tudo caminhón e guardar lá dentro do loja!'
Speed 150 Amarela - A Cabrita
"Só na esquivaaaaaa!"
"Só na esquivaaaaaa!"
Re: Descontração
CORAÇÃO DE ADVOGADO
Certa tarde, um bem sucedido advogado estava sendo conduzido em sua limusine para seu sítio quando observou dois homens maltrapilhos comendo grama ao lado da estrada.
Ele ordenou imediatamente ao motorista que parasse, saiu do veículo e perguntou:
- Por que vocês estão comendo grama ?
-Porque nós não temos dinheiro para comprar comida, respondeu um dos homens.
-Bem, você pode vir comigo para o sítio, disse o advogado.
- Senhor, eu tenho uma esposa e três filhos aqui.
-Traga-os também - replicou o advogado.
- E quanto ao meu amigo?
O advogado virou-se para o outro homem e disse:
-Você pode vir também.
-Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos, disse o segundo homem.
-Eles podem nos acompanhar também, disse o advogado enquanto se dirigia de volta à limusine.
Todos se acomodaram como puderam na limusine e, quando já estavam a caminho, um dos acompanhantes disse:
- O senhor é muito gentil. Obrigado por levar a gente com o senhor.
O advogado respondeu:
- De nada. Vocês vão adorar meu sítio. A grama está com quase um metro de altura.
Certa tarde, um bem sucedido advogado estava sendo conduzido em sua limusine para seu sítio quando observou dois homens maltrapilhos comendo grama ao lado da estrada.
Ele ordenou imediatamente ao motorista que parasse, saiu do veículo e perguntou:
- Por que vocês estão comendo grama ?
-Porque nós não temos dinheiro para comprar comida, respondeu um dos homens.
-Bem, você pode vir comigo para o sítio, disse o advogado.
- Senhor, eu tenho uma esposa e três filhos aqui.
-Traga-os também - replicou o advogado.
- E quanto ao meu amigo?
O advogado virou-se para o outro homem e disse:
-Você pode vir também.
-Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos, disse o segundo homem.
-Eles podem nos acompanhar também, disse o advogado enquanto se dirigia de volta à limusine.
Todos se acomodaram como puderam na limusine e, quando já estavam a caminho, um dos acompanhantes disse:
- O senhor é muito gentil. Obrigado por levar a gente com o senhor.
O advogado respondeu:
- De nada. Vocês vão adorar meu sítio. A grama está com quase um metro de altura.
Speed 150 Amarela - A Cabrita
"Só na esquivaaaaaa!"
"Só na esquivaaaaaa!"
Re: Descontração
E algum dia cê já fez isso
????
Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei...
Eu nada sei...
Almir Sater
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei...
Eu nada sei...
Almir Sater
Re: Descontração
jeff escreveu:E algum dia cê já fez isso????
Desde a fundação desse forum, que luto arduamente para conseguir trabalhar!
ta dificil, e desse jeito vai ficar cada dia pior...
Logo, logo sou chutado! aeauhehuaehhaeuae
Re: Descontração
Para eu parar de deformar o boteco, já deformado, vou colocar aqui uma outra que eu achei, que ainda não tinha lido
- Não está se lembrando de mim?
Você não está se lembrando dele. Procura, freneticamente, em todas as fichas armazenadas na memória o rosto dele e o nome correspondente, e não encontra. E não há tempo para procurar no arquivo desativado. Ele está ali, na sua frente, sorrindo, os olhos iluminados, antecipando a sua resposta. Lembra ou não lembra?
Neste ponto, você tem uma escolha. Há três caminhos a seguir.
Um, o curto, grosso e sincero.
- Não.
Você não está se lembrando dele e não tem por que esconder isso. O “Não” seco pode até insinuar uma reprimenda à pergunta. Não se faz uma pergunta assim, potencialmente embaraçosa, a ninguém, meu caro. Pelo menos não entre pessoas educadas. Você devia ter vergonha. Não me lembro de você e mesmo que lembrasse não diria. Passe bem.
Outro caminho, menos honesto mas igualmente razoável, é o da dissimulação.
- Não me diga. Você é o... o...
“Não me diga”, no caso, quer dizer “Me diga, me diga”. Você conta com a piedade dele e sabe que cedo ou tarde ele se identificará, para acabar com a sua agonia. Ou você pode dizer algo como:
- Desculpe deve ser a velhice, mas...
Este também é um apelo à piedade. Significa “Não torture um pobre desmemoriado, diga logo quem você é!” É uma maneira simpática de dizer que você não tem a menor idéia de quem ele é, mas que isso não se deve à insignificância dele e sim a uma deficiência de neurônios sua.
E há o terceiro caminho. O menos racional e recomendável. O que leva à tragédia e à ruína. E o que, naturalmente, você escolhe.
- Claro que estou me lembrando de você!
Você não quer magoá-lo, é isso. Há provas estatísticas que o desejo de não magoar os outros está na origem da maioria dos desastres sociais, mas você não quer que ele pense que passou pela sua vida sem deixar um vestígio sequer. E, mesmo, depois de dizer a frase não há como recuar. Você pulou no abismo. Seja o que Deus quiser. Você ainda arremata:
- Há quanto tempo!
Agora tudo dependerá da reação dele. Se for um calhorda, ele o desafiará.
- Então me diga quem eu sou.
Neste caso você não tem outra saída senão simular um ataque cardíaco e esperar, falsamente desacordado, que a ambulância venha salvá-lo. Mas ele pode ser misericordioso e dizer apenas:
- Pois é.
Ou:
- Bota tempo nisso.
Você ganhou tempo para pesquisar melhor a memória. Quem é esse cara, meu Deus? Enquanto resgata caixotes com fichas antigas do meio da poeira e das teias de aranha do fundo do cérebro, o mantém à distância com frases neutras como “jabs” verbais.
- Como cê tem passado?
- Bem, bem.
- Parece mentira.
- Puxa.
(Um colega da escola. Do serviço militar. Será um parente? Quem é esse cara, meu Deus?)
Ele está falando:
- Pensei que você não fosse me reconhecer...
- O que é isso?!
- Não, porque a gente às vezes se decepciona com as pessoas.
- E eu ia esquecer você? Logo você?
- As pessoas mudam. Sei lá.
- Que idéia!
(É o Ademar! Não, o Ademar já morreu. Você foi ao enterro dele. O... o... como era o nome dele? Tinha uma perna mecânica. Rezende! Mas como saber se ele tem uma perna mecânica? Você pode chutá-lo, amigavelmente. E se chutar a perna boa? Chuta as duas. “Que bom encontrar você!” e paf, chuta uma perna. “Que saudade!” e paf, chuta a outra. Quem é esse cara?)
- É incrível como a gente perde contato.
- É mesmo.
Uma tentativa. É um lance arriscado, mas nesses momentos deve-se ser audacioso.
- Cê tem visto alguém da velha turma?
- Só o Pontes.
- Velho Pontes!
(Pontes. Você conhece algum Pontes? Pelo menos agora tem um nome com o qual trabalhar. Uma segunda ficha para localizar no sótão. Pontes, Pontes...)
- Lembra do Croarê?
- Claro!
- Esse eu também encontro, às vezes, no tiro ao alvo.
- Velho Croarê!
(Croarê. Tiro ao alvo. Você não conhece nenhum Croarê e nunca fez tiro ao alvo. É inútil. As pistas não estão ajudando. Você decide esquecer toda a cautela e partir para um lance decisivo. Um lance de desespero. O último, antes de apelar para o enfarte.)
- Rezende...
- Quem?
Não é ele. Pelo menos isso está esclarecido.
- Não tinha um Rezende na turma?
- Não me lembro.
- Devo estar confundindo.
Silêncio. Você sente que está prestes a ser desmascarado.
- Sabe que a Ritinha casou?
- Não!
- Casou.
- Com quem?
- Acho que você não conheceu. O Bituca.
Você abandonou todos os escrúpulos. Ao diabo com a cautela. Já que o vexame é inevitável, que ele seja total, arrasador. Você está tomado por uma espécie de euforia terminal. De delírio do abismo. Como que não conhece o Bituca?
- Claro que conheci! Velho Bituca...
- Pois casaram...
É a sua chance. É a saída. Você passa ao ataque.
- E não me avisaram nada?!
- Bem...
- Não. Espera um pouquinho. Todas essas coisas acontecendo, a Ritinha casando com o Bituca, o Croarê dando tiro, e ninguém me avisa nada?!
- É que a gente perdeu contato e...
- Mas o meu nome está na lista, meu querido. Era só dar um telefonema. Mandar um convite.
- É...
- E você ainda achava que eu não ia reconhecer você. Vocês é que esqueceram de mim!
- Desculpe, Edgar. É que...
- Não desculpo não. Você tem razão. As pessoas mudam...
(Edgar. Ele chamou você de Edgar. Você não se chama Edgar. Ele confundiu você com outro. Ele também não tem a mínima idéia de quem você é. O melhor é acabar logo com isso. Aproveitar que ele está na defensiva. Olhar o relógio e fazer cara de “Já?!”)
- Tenho que ir. Olha, foi bom ver você, viu?
- Certo, Edgar. E desculpe, hein?
- O que é isso? Precisamos nos ver mais seguido.
- Isso.
- Reunir a velha turma.
- Certo.
- E olha, quando falar com a Ritinha e o Mutuca...
- Bituca.
- E o Bituca, diz que eu mandei um beijo. Tchau, hein?
- Tchau, Edgar!
Ao se afastar, você ainda ouve, satisfeito, ele dizer “Grande Edgar”. Mas jura que é a última vez que fará isso. Na próxima vez que alguém lhe perguntar “Você está me reconhecendo?” não dirá nem não. Sairá correndo.
- Não está se lembrando de mim?
Você não está se lembrando dele. Procura, freneticamente, em todas as fichas armazenadas na memória o rosto dele e o nome correspondente, e não encontra. E não há tempo para procurar no arquivo desativado. Ele está ali, na sua frente, sorrindo, os olhos iluminados, antecipando a sua resposta. Lembra ou não lembra?
Neste ponto, você tem uma escolha. Há três caminhos a seguir.
Um, o curto, grosso e sincero.
- Não.
Você não está se lembrando dele e não tem por que esconder isso. O “Não” seco pode até insinuar uma reprimenda à pergunta. Não se faz uma pergunta assim, potencialmente embaraçosa, a ninguém, meu caro. Pelo menos não entre pessoas educadas. Você devia ter vergonha. Não me lembro de você e mesmo que lembrasse não diria. Passe bem.
Outro caminho, menos honesto mas igualmente razoável, é o da dissimulação.
- Não me diga. Você é o... o...
“Não me diga”, no caso, quer dizer “Me diga, me diga”. Você conta com a piedade dele e sabe que cedo ou tarde ele se identificará, para acabar com a sua agonia. Ou você pode dizer algo como:
- Desculpe deve ser a velhice, mas...
Este também é um apelo à piedade. Significa “Não torture um pobre desmemoriado, diga logo quem você é!” É uma maneira simpática de dizer que você não tem a menor idéia de quem ele é, mas que isso não se deve à insignificância dele e sim a uma deficiência de neurônios sua.
E há o terceiro caminho. O menos racional e recomendável. O que leva à tragédia e à ruína. E o que, naturalmente, você escolhe.
- Claro que estou me lembrando de você!
Você não quer magoá-lo, é isso. Há provas estatísticas que o desejo de não magoar os outros está na origem da maioria dos desastres sociais, mas você não quer que ele pense que passou pela sua vida sem deixar um vestígio sequer. E, mesmo, depois de dizer a frase não há como recuar. Você pulou no abismo. Seja o que Deus quiser. Você ainda arremata:
- Há quanto tempo!
Agora tudo dependerá da reação dele. Se for um calhorda, ele o desafiará.
- Então me diga quem eu sou.
Neste caso você não tem outra saída senão simular um ataque cardíaco e esperar, falsamente desacordado, que a ambulância venha salvá-lo. Mas ele pode ser misericordioso e dizer apenas:
- Pois é.
Ou:
- Bota tempo nisso.
Você ganhou tempo para pesquisar melhor a memória. Quem é esse cara, meu Deus? Enquanto resgata caixotes com fichas antigas do meio da poeira e das teias de aranha do fundo do cérebro, o mantém à distância com frases neutras como “jabs” verbais.
- Como cê tem passado?
- Bem, bem.
- Parece mentira.
- Puxa.
(Um colega da escola. Do serviço militar. Será um parente? Quem é esse cara, meu Deus?)
Ele está falando:
- Pensei que você não fosse me reconhecer...
- O que é isso?!
- Não, porque a gente às vezes se decepciona com as pessoas.
- E eu ia esquecer você? Logo você?
- As pessoas mudam. Sei lá.
- Que idéia!
(É o Ademar! Não, o Ademar já morreu. Você foi ao enterro dele. O... o... como era o nome dele? Tinha uma perna mecânica. Rezende! Mas como saber se ele tem uma perna mecânica? Você pode chutá-lo, amigavelmente. E se chutar a perna boa? Chuta as duas. “Que bom encontrar você!” e paf, chuta uma perna. “Que saudade!” e paf, chuta a outra. Quem é esse cara?)
- É incrível como a gente perde contato.
- É mesmo.
Uma tentativa. É um lance arriscado, mas nesses momentos deve-se ser audacioso.
- Cê tem visto alguém da velha turma?
- Só o Pontes.
- Velho Pontes!
(Pontes. Você conhece algum Pontes? Pelo menos agora tem um nome com o qual trabalhar. Uma segunda ficha para localizar no sótão. Pontes, Pontes...)
- Lembra do Croarê?
- Claro!
- Esse eu também encontro, às vezes, no tiro ao alvo.
- Velho Croarê!
(Croarê. Tiro ao alvo. Você não conhece nenhum Croarê e nunca fez tiro ao alvo. É inútil. As pistas não estão ajudando. Você decide esquecer toda a cautela e partir para um lance decisivo. Um lance de desespero. O último, antes de apelar para o enfarte.)
- Rezende...
- Quem?
Não é ele. Pelo menos isso está esclarecido.
- Não tinha um Rezende na turma?
- Não me lembro.
- Devo estar confundindo.
Silêncio. Você sente que está prestes a ser desmascarado.
- Sabe que a Ritinha casou?
- Não!
- Casou.
- Com quem?
- Acho que você não conheceu. O Bituca.
Você abandonou todos os escrúpulos. Ao diabo com a cautela. Já que o vexame é inevitável, que ele seja total, arrasador. Você está tomado por uma espécie de euforia terminal. De delírio do abismo. Como que não conhece o Bituca?
- Claro que conheci! Velho Bituca...
- Pois casaram...
É a sua chance. É a saída. Você passa ao ataque.
- E não me avisaram nada?!
- Bem...
- Não. Espera um pouquinho. Todas essas coisas acontecendo, a Ritinha casando com o Bituca, o Croarê dando tiro, e ninguém me avisa nada?!
- É que a gente perdeu contato e...
- Mas o meu nome está na lista, meu querido. Era só dar um telefonema. Mandar um convite.
- É...
- E você ainda achava que eu não ia reconhecer você. Vocês é que esqueceram de mim!
- Desculpe, Edgar. É que...
- Não desculpo não. Você tem razão. As pessoas mudam...
(Edgar. Ele chamou você de Edgar. Você não se chama Edgar. Ele confundiu você com outro. Ele também não tem a mínima idéia de quem você é. O melhor é acabar logo com isso. Aproveitar que ele está na defensiva. Olhar o relógio e fazer cara de “Já?!”)
- Tenho que ir. Olha, foi bom ver você, viu?
- Certo, Edgar. E desculpe, hein?
- O que é isso? Precisamos nos ver mais seguido.
- Isso.
- Reunir a velha turma.
- Certo.
- E olha, quando falar com a Ritinha e o Mutuca...
- Bituca.
- E o Bituca, diz que eu mandei um beijo. Tchau, hein?
- Tchau, Edgar!
Ao se afastar, você ainda ouve, satisfeito, ele dizer “Grande Edgar”. Mas jura que é a última vez que fará isso. Na próxima vez que alguém lhe perguntar “Você está me reconhecendo?” não dirá nem não. Sairá correndo.
Re: Descontração
KKKKKKKKKKKKKKKKKK
Legal esse conto Cristiano, que dizer Rodrigo. rsrs
Legal esse conto Cristiano, que dizer Rodrigo. rsrs
Speed 150 Amarela - A Cabrita
"Só na esquivaaaaaa!"
"Só na esquivaaaaaa!"
Re: Descontração
Fernando Moreira escreveu:KKKKKKKKKKKKKKKKKK
Legal esse conto Cristiano, que dizer Rodrigo. rsrs
Que cristiano ??
jah ta bebendo??
Re: Descontração
A SOGRA
O guarda rodoviário manda o sujeito parar o carro:
- Seus documentos, por favor. O senhor estava a 130 km/h e a velocidade máxima nesta estrada é 100.
- Não, seu guarda, eu estava a 100, com certeza.
Mas a sogra, no banco de trás, corrige:
- Ah, JOÃO ANDRÉ, que é isso! Você estava a 130 ou mais!
O sujeito olha para a sogra com o rosto fervendo.
- E sua lanterna direita não está funcionando...
- Minha lanterna? Nem sabia disso. Deve ter pifado aqui na estrada...
A sogra insiste:
- Ah, JOÃO ANDRÉ, que mentira! Você vem falando há semanas que precisa consertar a lanterna!
O sujeito está fulo e faz sinal à sogra para ficar quieta.
- E o senhor está sem o cinto de segurança.
- Mas, seu guarda, eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!
- Ah, JOÃO ANDRÉ, deixa disso! Você nunca usa o cinto!
O sujeito não se contém e grita para a sogra:
- CALA A BOCA PORRA!!!
O guarda se inclina e pergunta à senhora:
- Ele sempre grita assim com a senhora?
- Não, seu guarda; só quando bebe...
O guarda rodoviário manda o sujeito parar o carro:
- Seus documentos, por favor. O senhor estava a 130 km/h e a velocidade máxima nesta estrada é 100.
- Não, seu guarda, eu estava a 100, com certeza.
Mas a sogra, no banco de trás, corrige:
- Ah, JOÃO ANDRÉ, que é isso! Você estava a 130 ou mais!
O sujeito olha para a sogra com o rosto fervendo.
- E sua lanterna direita não está funcionando...
- Minha lanterna? Nem sabia disso. Deve ter pifado aqui na estrada...
A sogra insiste:
- Ah, JOÃO ANDRÉ, que mentira! Você vem falando há semanas que precisa consertar a lanterna!
O sujeito está fulo e faz sinal à sogra para ficar quieta.
- E o senhor está sem o cinto de segurança.
- Mas, seu guarda, eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!
- Ah, JOÃO ANDRÉ, deixa disso! Você nunca usa o cinto!
O sujeito não se contém e grita para a sogra:
- CALA A BOCA PORRA!!!
O guarda se inclina e pergunta à senhora:
- Ele sempre grita assim com a senhora?
- Não, seu guarda; só quando bebe...
Re: Descontração
Estavam certa vez, o americano, o argentino e o brasileiro, na China, bebendo umas e outras em praça pública, coisa que é proibida nesse país.
Foram presos e levados ao juíz.
O juíz os condenou a 20 chibatadas.
Como era transição entre o ano do galo e o tigre, tinham direito, isso todos os prisioneiros, a um pedido, desde que não fosse escapar da punição.
O juíz falou: "Americano, vcs são um povinho de merda, metidos a besta, prepotentes, acham que são os donos do mundo, mas mesmo assim lhe concedo o pedido, pode pedir".
O americano fala: "Amarrem um travesseiro nas minhas costas".
Lá pela décima chibatada, o travesseiro rompe e acaba levando mais 10 cibatadas no couro limpo.
"Argentino. Vcs sim são um povo de merda mesmo, cheio de marra, êta gente chata, como vcs nunca vi, mas vou ter de lhe conceder o pedido".
"Amarrem 2 travesseiros nas minhas costas". Diz o argentino. Depois da 15ª chibatada os travesseiros não aguentam a força das chibatadas e acaba levando 5 chibatadas sem qualquer proteção.
Chega a vez do brasileiro..."Brasileiro", diz o juíz, vcs são um povo exemplar, povo sofrido, vive na miséria, trabalhor e mesmo assim mantém o bom-humor, ao invés de um pedido, vou quebrar o protocolo e lhe favorecer a dois pedidos. Pode pedir.
o brasileiro fala: " Não quero levar 20 chibatadas e sim 200". O juíz se espantou, mas tudo bem, o cara era brasileiro. e pergunta: " Qual é o 2º pedido?"
"Amarrem o argentino e o americano nas minhas costas"
Foram presos e levados ao juíz.
O juíz os condenou a 20 chibatadas.
Como era transição entre o ano do galo e o tigre, tinham direito, isso todos os prisioneiros, a um pedido, desde que não fosse escapar da punição.
O juíz falou: "Americano, vcs são um povinho de merda, metidos a besta, prepotentes, acham que são os donos do mundo, mas mesmo assim lhe concedo o pedido, pode pedir".
O americano fala: "Amarrem um travesseiro nas minhas costas".
Lá pela décima chibatada, o travesseiro rompe e acaba levando mais 10 cibatadas no couro limpo.
"Argentino. Vcs sim são um povo de merda mesmo, cheio de marra, êta gente chata, como vcs nunca vi, mas vou ter de lhe conceder o pedido".
"Amarrem 2 travesseiros nas minhas costas". Diz o argentino. Depois da 15ª chibatada os travesseiros não aguentam a força das chibatadas e acaba levando 5 chibatadas sem qualquer proteção.
Chega a vez do brasileiro..."Brasileiro", diz o juíz, vcs são um povo exemplar, povo sofrido, vive na miséria, trabalhor e mesmo assim mantém o bom-humor, ao invés de um pedido, vou quebrar o protocolo e lhe favorecer a dois pedidos. Pode pedir.
o brasileiro fala: " Não quero levar 20 chibatadas e sim 200". O juíz se espantou, mas tudo bem, o cara era brasileiro. e pergunta: " Qual é o 2º pedido?"
"Amarrem o argentino e o americano nas minhas costas"
Speed 150 Amarela - A Cabrita
"Só na esquivaaaaaa!"
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Re: Descontração
GÊNIO
Um judeu caminhava pelo deserto, quando encontrou uma garrafa de Coca-Cola. Ao abrir a tampa - surpresa! apareceu um gênio:
Olá! Sou o gênio de um só desejo, às suas ordens.
-Então, eu quero a paz no Oriente Médio. Veja esse mapa: que esses países vivam em paz !
O gênio olhou bem para o mapa e disse: -Cai na real amigo. Esses países guerreiam há 5 mil anos ! E para falar a verdade, sou bom, mas não o
suficiente para isso. Peça outra coisa.
- Bom... eu nunca encontrei a mulher ideal. Você sabe... gostaria de uma mulher que tenha senso de humor, goste de cozinhar, limpar a casa, não
seja ciumenta, fiel, que goste de futebol,que aprecie uma cervejinha, gostosa, bonita, jovem, carinhosa e não seja vidrada em cartões de crédito.
O gênio suspirou fundo e disse:
-Deixa eu ver a porra desse mapa de novo.
Um judeu caminhava pelo deserto, quando encontrou uma garrafa de Coca-Cola. Ao abrir a tampa - surpresa! apareceu um gênio:
Olá! Sou o gênio de um só desejo, às suas ordens.
-Então, eu quero a paz no Oriente Médio. Veja esse mapa: que esses países vivam em paz !
O gênio olhou bem para o mapa e disse: -Cai na real amigo. Esses países guerreiam há 5 mil anos ! E para falar a verdade, sou bom, mas não o
suficiente para isso. Peça outra coisa.
- Bom... eu nunca encontrei a mulher ideal. Você sabe... gostaria de uma mulher que tenha senso de humor, goste de cozinhar, limpar a casa, não
seja ciumenta, fiel, que goste de futebol,que aprecie uma cervejinha, gostosa, bonita, jovem, carinhosa e não seja vidrada em cartões de crédito.
O gênio suspirou fundo e disse:
-Deixa eu ver a porra desse mapa de novo.
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